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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Sendo benigno até para os ingratos e maus

"Amai, pois, a vossos inimigos, e fazei bem, e emprestai, sem nada esperardes, e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo; porque ele é benigno até para com os ingratos e maus." Lucas 6:35
Há três mandamentos distintos dado pelo nosso Senhor, Jesus Cristo, neste versículo. Estão repitidos em vários textos, com palavras diversas. A significação é sempre a mesma.
Primeiro, Jesus manda-nos amar os nossos inimigos. Do ponto de vista humano, isto é loucura. Se eu fosse carnal, diria que devemos odiar os nossos inimigos. O mundo diz o mesmo, que eu amaria a minha esposa, as minhas crianças e os meus amigos. Mas, o meu inimigo? Nem pensar!
Próximo, Jesus disse: "...e fazei bem..." À primeira vista, não é anormal, mas quando consideramos o contexto, fica um pouco mais estranho. Num versículo anterior, ele disse:"...fazei bem aos que vos odeiam; bendizei os que vos maldizem..." Normalmente, não desejamos abençoar ou bendizer os que nos maldizem.
E, no terceiro mandamento aqui, se os primeiros dois não fossem basta, Cristo contou-nos:"...emprestai, sem nada esperardes..." Ou seja, dá, sem qualquer espectativa para mais nada a ser retornado.
Hoje, quase todo o dia, fui a meditar nisso, sempre a pensar - Por quê??? Como???
Depois dum tempo a meditar, entendi que Deus quer que damos com Ele deu. O exemplo perfeito do amor é a morte de Jesus na cruz. Ele deu a vida completamente e totalmente por nós e antes disso, o nosso Pai no céu deu o filho para chegar na terra e dar a vida pelos pecadores e inimigos. Agora, temos de imitá-Lo. Temos de dar e não pensar em benefícios nossos.
Portanto, quando amarmos os inimigos, damos-lhes o nosso coração, a nossa paixão. Falamos gentilmente. Oramos, abraçamos, sorrimos. Em fim - mostramos o nosso amor que seja o amor de Cristo. Quando fizermos bem aos que nos odeiam, damos-lhes os nossos bens. Damos-lhes o nosso tempo e os nossos esforços. E, conforme ao terceiro mandamento, quando emprestarmos, nós damos dinheiro àquelas pessoas pobres que não conseguem retornar o investimento. Fazemo-lo sem juros com a intenção de nunca ver este dinheiro de novo. "...emprestai, sem nada esperardes..."
Nós somos mandados dar à quem que não tem nada. Somos mandados dar à quem que falta.
Este é o amor incondicional. Este é o amor de Deus e por isso as Escrituras dizem: "ele é benigno até para com os ingratos e maus."

"Obrigado, Pai pelo teu amor tão belo. Não o mereço. Mas, a minha oração hoje é que tu permitas que eu amo os meus inimigos como me amas. Ensina-me amar, em nome de Jesus, Amém."

Aprendendo amar,

O Pregador

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

O que é um missionário?

Deixo este artigo fala para si mesmo em responder àquela pergunta.

"Algures entre a santidade e a loucura, encontramos uma criatura curiosa chamada Missionário. Os missionários vêm em variados tamanhos, pesos e cores mas são todos enviados por um só Senhor que ordenou ao Seu povo que evangelizasse.

Os missionários encontram-se em todos os lados; a ir, a erguer, e enviar, a chegar, a ficar com, a partilhar, a suportar e a defender. Os Cristãos adoram-os, os governos toleram-os, os pais têm pena deles, os pagãos ignoram-os e Cristo protege-os.

Um missionário é a Verdade com um eixo partido de jipe na mão, é a beleza com uma criança doente nos braços, a sabedoria com uma Bíblia no bolso e a esperança com Cristo no coração.

O missionário tem a paciência de um pescador, a audácia de um trapezista e o cuidado de um bibliotecário, a visão de um sonhador, a força de um construtor, a inteligência de um professor, a sagacidade de um humorista, a irresponsabilidade de uma criança e, quando tenta algo, é todo oração.

Ele gosta de receber cartas de casa, de crianças, de pregar, de candidatos missionários, de regressar do descanso, de conferências missionárias, folhetos e aqueles que os imprimem, estações de rádio, tradutores, caixas de missão, aviões, aldeias, estudos Bíblicos, cursos por correspondência e livrarias. Não gosta de marketing da alta pressão, burocracias, desvalorização do euro fé morna, hipocrisia e discriminação.

Ninguém é tão rápido a importar-se com, e tão lento a desistir. Mais ninguém se diverte tanto com crocodilos, arroz cozido, elefantes, cobras de estimação, terramotos, vistos, monções, secas e conversas.

Um missionário é uma criatura peculiar: podes enviá-lo para uma terra longínqua, mas é melhor não o esquecer. Podes livrar-te dele, mas é melhor não o tirares do coração. Ele é o teu servo, a tua mão direita, o teu dependente. Um molho de amor que se distribui, prega a Bíblia, teme e serve a Deus. Quando chegas à igreja com aquele sentimento presunçoso de super-Cristão, ele pode despedaçá-lo com palavras simples, “Vem daí e ajuda-nos”.

Isso, meu amigo, é o que um missionário verdadeiramente é…"

As palavras não são minhas, mas concordo 100% com esta avaliação! Missões - a batida da coração de Deus.

Até já,

O Pregador

sábado, 19 de dezembro de 2009

As Genealogias de Jesus - 2ª parte

"Livro da geração de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão."
Na primeira mensagem desta série, falamos acerca dos nomes do nosso Salvador. Expliquei o significado de Jesus (o Salvador) e Cristo (o Ungido). Também consideramos a expressão - filho de Davi, e a sua importância, mas acabamos antes de considerar a última expressão em Mateus 1:1 (filho de Abraão).

Fiz estas perguntas lá:
1. Quem é este Abraão?
2. Quais são umas características dele?
3. Porque é importante saber que Jesus é considerado um filho de Abraão?

Portanto, vou responder a cada uma em ordem.  
Primeiro, este Abraão era um patriarca do Velho Testamento. O nome dele significa "o pai duma multidão." A primeira promessa que ele recebeu de Deus encontramos em Gênesis 12:1-2.
"Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te maostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção."

Portanto, ele era um nômade. Saiu daquela terra em busca duma cidade nova, uma cidade especial. Viveu nas tendas e sempre mudou dum lugar para um outro. Dele e da sua esperança daquela terra prometida, aprendemos em Hebreus 11:10
"Porque esperava a cidade que tem fundamentos, da qual o artífice e construtor é Deus."

Depois dum tempo, Deus provou a fé e a confiança de Abraão e apenas após isso recebeu a segunda promessa de Deus em Gênesis 22:18
"E em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à minha voz."
Esta promessa significa que o Messias seria um dos seus descendentes. Quão grande aliança é esta! Na pessoa de Jesus Cristo, o Senhor realizou esta aliança por abençoando todas as nações da terra e deu significância ao nome "Abraão". Em verdade ele é o pai duma multidão, fisicamente e espiritualmente.  Em suma Abraão é o pai dos judeus e uma figura importantíssimo na história da nossa fé.


Segundo, umas características de Abraão segundo à Palavra de Deus, são as seguintes:
Ele era fiel. Acreditava o que Deus prometeu. Não duvidou por incredulidade. Quando Deus falou, Abraão creu. Portanto Gálatas 3:9 diz:
"De sorte que os que são da fé são benditos com o crente Abraão."
Abraão era justo. Era reto. Ele tinha fé simples como uma criança. Esta patriarca possivelmente é o melhor exemplo da fé na Bíblia inteira, além de Jesus próprio. Por isso, lemos em Romanos 4:3:
"Pois, que diz a Escritura? Creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça."
Sabe o que mais deste Abraão? Ele era o amigo de Deus (Tiago 2:23). Quantas pessoas têm este título na Bíblia? Apenas um - o nosso amigo fiel e justo. "Pai" Abraão.


Finalmente, a resposta à terceira pergunta (Porque é importante saber que Jesus é considerado um filho de Abraão?). É importante saber isso, porque neste nome, filho de Abraão, encontramos o cumprimento das promessas antigas. Acrescenta a nossa fé quando nos lembramos que Deus é fiel, que decidiu algo na eternidade passada e através da obediência de Abraão e com os descendentes dele, Deus cumpriu o grande plano. Graças a Deus, Jesus Cristo é o filho de Abraão, o crente, o pai das muitas nações, o amigo de Deus!

Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão - Quão doce são os nomes do nosso Salvador! Medita nisso no dia do Senhor quando fores ao culto na tua igreja.


O Pregador


terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Nova Série: As Genealogias de Jesus

Feliz Natal! Cada ano, celebramos no dia 25 de Dezembro o nascimento do nosso Salvador, Jesus Cristo. Não celebramos o Pai Natal, nem adoramos o pinheiro, mas reconhecemos que houve um dia quando o Príncipe de Paz era nascido em Belém. Ele veio para servir. Veio para dar-nos vida eterna. Veio para dar a sua vida em resgate de muitos.

Então, com grande alegria celebramos a vida do Filho de Deus. Consideramos as circunstâncias a respeito do seu nascimento. Inclusive durante esta altura, as vezes pensamos nas genealogias de Jesus que há nos Evangelhos.

Venha e considera comigo estes textos e os parentes de Cristo. Primeiro, começamos com o livro de Mateus. É importante entender que a genealogia aqui explique a linha do padastro de Cristo, José. Em Mateus 1:16 ao fim desta genealogia, a Bíblia explica isto a dizer:


"E Jacó gerou a José, marido de Maria, da qual nasceu JESUS, que se chama o Cristo."

José não era o pai de Jesus, contudo era o homem que Deus usou para cuidar do menino e cria-lo. José amou Jesus como seu filho próprio embora que Jesus não tive o sangue de José nas suas veias. Mas sem dúvida alguma, recebeu Jesus dele sabedoria, amor e muito mais.

Então, sabendo isso, consideramos do início a linhagem de Cristo do lado do seu padastro. Olha para Mateus 1:1 onde diz as Escrituras
:

"Livro da geração de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão."

Primeiro, quero reflectir sobre os dois nomes de Cristo que estão neste versículo - Jesus e Cristo.


Antes da concepção de Jesus, apareceu um anjo a José para explicar a situação com ele. Na explicação, aquele anjo disse que a noiva de José, Maria, ia dar à luz um filho e: chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados. (Mateus 1:21). Portanto, o nome Jesus significa o Salvador. É Jesus que salva, desde do início. É Jesus e apenas Jesus. Sendo pecadores, todos nós precisávamos um Salvador. Há um só no mundo e o nome dele é Jesus. Deus mandou este nome com propósito porque é diferente do que os outros nomes.


O segundo nome que temos aqui é Cristo. Não é por acaso que Mateus usava este nome. A palavra Cristo veio-nos duma palavra grega significando 'ungido.' No velho testamento os judeus ungiram os reis e os sacerdotes para consagra-los ao Senhor. O verbo ungir tem a mesma definição de que o verbo consagrar. Muitas vezes podem ser substituidos um para um outro. Embora, quando usamos o nome, Cristo, em vez de Jesus ou em conjunto com Jesus, estamos a dizer que ele é o ungido e o consagrado por Deus. Temos que reconhecer também que ele é o nosso rei e sacerdote.


Ora bem, agora quando lemos Mateus 1:1 
"Livro da geração de Jesus Cristo..."
compreendemos que estamos a ler sobre a geração do Salvador Ungido.


No entretanto, este livro da geração ensina-nos mais sobre aquele precioso Salvador. Versículo 1 declara bem simples duas coisas importantes. Declara que Jesus é um filho de Davi - quer dizer que ele é realeza. Declara que José foi na linhagem do rei Davi. Nos olhos dos judeus, o rei Davi é o rei mais respeitado de sempre. Ele é o rei mais amado de sempre. Dele a Bíblia diz que era um homem segundo o coração de Deus. Davi era justo e forte. Era a escolha de Deus para reinar sobre um povo especial. O Senhor fez uma aliança com ele que o trono permanecerá na sua família. E agora, Jesus senta-se no trono celestial na espera chegar outra vez à terra e sentar-se lá no trono de Davi. Glória a Deus, Jesus, em mais maneiras de que uma é um filho de Davi!


Para hoje, vou para aqui para que possamos meditar no papel que Jesus tem em nossas vidas. Com três palavrinhas aprendemos que ele é o Salvador, que ele é o Ungido, o filho dum rei.


Deixa-te para estudar a última coisa que ele é no primeiro versículo. A Palavra de Deus diz que é o filho de Abraão.


Quem é este Abraão? Quais são umas características dele? Porque é importante saber que Jesus é considerado um filho de Abraão? Responderemos às estas perguntas amanhã.


Até então fica na paz do Senhor dando-Lhe graças pelas suas bênçãos.


O Pregador

terça-feira, 21 de abril de 2009

A Moeda Perdida - A Mulher

Na parábola da moeda perdida no livro de Lucas 15:8-10, Jesus disse:
Ou qual a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma dracma, não acende a candeia, e varre a casa, e busca com diligência até a achar? E achando-a, convoca as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque já achei a dracma perdida. Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.

Esta mulher tinha dez moedas até um dia quando ela descubriu que uma foi perdida. Em todos os pontos seguintes a mulher vai representar O Espírito Santo, mas precisamos de reconhecer que Deus nunca tem falhado e não vai falhar. Ele nunca tem perdido um filho, pois não, Ele nunca tem perdido nenhuma coisa. E não é uma mulher, mas nos pontos seguintes a mulher representará O Espírito Santo.

Acho eu que Jesus escolheu para usar uma mulher como um exemplo porque nessa época as mulheres ficavam em casa fazendo as coisas domésticas. Hoje em dia, infelizmente, as obras das mulheres têm duplicado e na história vemos a mulher a varrer a casa para encontrar a moeda. Verdade é que é o Espírito Santo que trabalha numa vida, numa alma. Ele permanece invisível do exterior, mas a presença dEle é sentida fortemente no interior. Aquela na Bíblia certamente moveu o mobiliário enquanto a buscar para a moeda. Verdade é que o Espírito Santo reorganiza as nossas almas quando começa a trabalhar lá. Ele limpa as salas e busca com diligência até somos salvos. O Espírito nunca desiste embora vê as nossas intimidades peças.

Mais alguma coisa vejo sobre a mulher é que ela acendeu uma candeia tanto como o nosso Deus deixa o evangelho ser pregado através do mundo. Sua luz da salvação, da verdade brilha nos lugares escuros. Num nível pessoal, quando a luz brilha numa vida, pecadores entendem os seus necessários para Deus. Ele vê a maldade do nosso pecado e as trevas do nosso próprio coração.

"A dona da casa" já achou-se? Pensa disso. Amanhã vamos concluir o nosso estudo considerando "a moeda."

Fica com Deus,

O Pregador

segunda-feira, 20 de abril de 2009

A Moeda Perdida - O Motivo

Dinheiro! É alguma coisa que todo o mundo precisa e a maior parte do tempo não temos o suficiente pelos nossos desejos. Frequentemente, temos apenas poucas moedas como no foto. Isso não tem mudado desde tempos bíblicos.

Portanto, no livro de Lucas capítulo 15, Jesus contou uma serie das três histórias ou parábolas. O meio das estas é a parábola da moeda (ou dracma) perdida.

Interessante é que o Senhor contou-as em resposta aos fariseus e os escribas que murmuravam contra Ele. No último versículo capítulo 14, ele disse: "Quem tem ouvidos para ouvir, ouça." De repente a Bíblia diz-nos que os publicanos e os pecadores chegavam-se para ouvi-lo. Aparentemente, os pecadores e publicanos tinham ouvidos para ouvir. A fazer os fariseus e os escribas zangados, Jesus relatou as histórias da ovelha perdida, da moeda perdida, e do filho perdido (pródigo). Contudo, nos próximos dias, eu queria estudar convosco sobre a moeda perdida, porque as palavras de Jesus sempre entusiasmam-me. Hoje, vou considerar "O Motivo" desta parábola.

E chegavam-se a ele todos os publicanos e pecadores para o ouvir. E os fariseus e os escribas murmuravam, dizendo: Este recebe pecadores, e come com eles. E ele lhes propôs esta parábola, dizendo..." Lucas 15:1-3

Embora ainda não lemos a parábola o motivo de Jesus é claro nos versículos em cima. No primeiro lugar, acho que Ele queria captar a atenção dos seus ouvintes. Como se fez? Por falando sobre dinheiro. Lembra-se que os publicanos tinham uma empresa em que eles recolheram os impostos dos Judeus e deram-nos aos Romanos. Ninguém gostavam deles. Os Judeus os consideraram ser traidores porque tiraram dinheiro do próprio povo para dar aos inimigos. Também foram lá "pecadores." Sem dúvida nesse grupo existeram ladrões, criminosos, bandidos, etc. Existeram lá um grupo que preocupavam-se só de dinheiro, e isso Jesus sabia.

Não só isso, mas o Senhor com a moeda perdida queria responder aos críticos. Notamos que Ele nunca discordou com eles. Ele não contradisse os fariseus e os escribas quando eles diziam, "Este recebe pecadores, e come com eles." Porquê? Porque ele fez o mesmo. Tiveram razão! Ele comeu com pecadores, e sempre recebeu-os.

Lucas 5:31 diz, "Não necessitam de médico os que estão sãos, mas, sim, os que estão enfermos."

Lucas 19:10 diz, "Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido."

Por não os contradizendo e contando toda a gente a história da moeda perdida, Jesus respondeu aos críticos. Sim, graças a Deus, Ele queria passar o tempo com pecadores, bêbados, prostitutas, e similares...como eu.

Finalmente, a terceira razão para esta história é que Jesus queria explicar o amor de Deus aos pecadores. Com esta parábola o Senhor explicou que nos olhos de Deus, os pecadores têm valor. Sim, eram pecadores. Sim, tiveram ofendido um Deus Santo, mas Ele ainda amava-os. Aidna ama-nos! Como verêmos na Quarta-feira, a moeda era muita importante à mulher. O mesmo é verdade - pecadores são importantes a Deus. Ele ama os fracos, os desprezados, os desanimados e enviou o seu Filho unigênito para salvar estes tipos. Enviou-o para salvar as pessoas como eu.

Vocês pensem disso e voltem amanhã quando estudaremos a segunda parte - A Mulher...

Até amanhã,

O Pregador

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Porque Jesus Ressuscitou? - em conclusão

A última razão para a ressurreição do Cristo que encontrarei na Bíblia é assim. Ele ressuscitou:

5. Para prefigurar a nossa ressurreição.

“Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem.” I Cor. 15:20

Haverá uma ressurreição dos mortos por muitos e temos aqui umas provas...umas promessas. Entretanto, podemos estudar e pensar sobre a ressurreição do Cristo. Ela dá-nos esperança. Da-nos uma razão para viver santo e uma razão para contar os nossos familiares do amor do Cristo. Sua ressurreição é a base da vida eterna. O hino diz, “Porque ele vive posso crer no amanhã, porque ele vive, temor não há. Mas eu bem sei eu sei, que a minha vida, está nas mãos de meu Jesus que vivo está.” Porque ele vive, vamos viver para eternidade.

Mais uns versículo para considerar:

“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?” João 11:25,26

Você crê? Espero que crê.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Porque Jesus Ressuscitou? - 4ª parte


Porque Jesus ressuscitou dos mortos? Não foi só porque ele disse que ia ressuscitar dos mortos, nem foi só para mostrar a sua divindade, nem foi só para nossa justificação.

Mas temos uma outra razão na Bíblia que há um sepulcro vazio. Ele ressuscitou dos mortos:

4. Para julgar o mundo.

“Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos.” Atos 17:31

Haverá dois tipos do julgamento:

1. Em II Cor. 5:10, Paulo escreve à igreja (os cristãos) em Corinto, “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal.

2. No livro do Apocalipse 20:11-15, vemos o julgamento das pessoas que rejeitaram Cristo como Senhor. Este julgamento chama-se “o grande trono branco” e será feito por Jesus mesmo.

Jesus será o nosso juízo. Os cristãos serão julgados e os pedidos serão julgados...ambos por Jesus. Então ele ressuscitou dos mortos porque tinha mais coisas para fazer. Estes julgamentos serão feito com justiça e só existe um homem perfeito, um homem qualificado para julgar com justiça.

E amanhã vamos concluir o nosso estudo com o quinto motivo.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Porque Jesus Ressuscitou? - 3ª parte

Ainda Jesus vive! Ele vive para sempre.

Agora entendemos que ele levantou-se porque ele disse que ia ressuscitar dos mortos e também para mostra a sua divindade.

O terceiro motivo para a ressurreição Jesus é:

3. Para nossa justificação.

“O qual por nossos pecados foi entregue, e ressuscitou para nossa justificação.” Romanos 4:25

O que é justificação? Podemos definir assim: Justificação – num sentido jurídico, significa o declaração de alguém justo ou reto,

Então, a Bíblia diz que Jesus foi entregue por nossos pecados, portanto podemos relacionar a morte de Jesus com nossos pecados. Se sejamos assim, devemos relacionar a sua ressurreição com nossa justificação.
Quando foi levantado dos mortos, garantiu a nossa justiça. Deus aceitou a morte do Filho como um sacrifício digno e por isso levantou-o de novo.
A prova da nossa perdão é no sepulcro vazio. Se você é salvo pela fé em Cristo, não precisa de preocupar sobre como Deus vê você. Cristo foi levantado para nossa justificação. Agora é como se você nunca pecou.

Glória a Deus, porque Jesus vive e somos perdoados.

domingo, 12 de abril de 2009

Porque Jesus Ressuscitou?

Feliz Páscoa! Jesus vive!

O Túmulo, o sepulcro de Jesus. Com corações cheios, festejamos o sepulcro vazio. Cada ano nesta época, reconhecemos a morte e ressurreição de Jesus. Estamos agradecidos que Jesus morreu na cruz, percebemos porque ele fez assim, pelos nossos pecados, mas entendemos porque ele ressuscitou dos mortos.
Ele vive hoje, mas compreendemos a importância deste ato?
Você já perguntou por que motivo ele levantou-se?
Acho que temos pelos menos 5 razões bíblicas pela ressurreição do nosso Senhor.

1. Porque ele disse que ia ressuscitar dos mortos.

“Porque ensinava os seus discípulos, lhes dizia: O Filho do homem será entregue nas mãos dos homens, e matá-lo-ão; e, morto ele, ressuscitará ao terceiro dia.” Marcos 9:31

Tudo que ele disse que ia fazer, ele fez. Ele disse que os Romanos iam crucifica-lo, e eles crucificaram-no.
Ele disse que seus discípulos iam abandona-lo, e eles abandonaram-no.
Ele disse que ia ressuscitar ao terceiro dia, e ele fez.
Ele provou-nos que ele não é um mentiroso. Provou-nos que podemos confiar nele e nas todas as palavras dele. Ele fez uma promessa e cumpriu-a.
Ele disse que vai voltar e por causa da ressurreição, creio-o. Ele disse que vai julgar o mundo e por causa da ressurreição, creio-o. Ele disse que se com a minha boca, eu confessar os meus pecados a ele, e em meu coração eu crer que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serei salvo. Acredito nele. Confio nele.
Portanto, celebramos a ressurreição de Jesus hoje, mas também, celebramos o facto que ele cumpriu sua palavra. Ele disse três dias, e foi o mesmo.

Amanhã veremos o seguinte.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

O Amor Verdadeiro



O amor de Cristo é um amor verdadeiro. É um amor sincero e fica para sempre. Quando nós falamos do amor de Cristo, os limites não existem porque com Deus não há nenhum limites. Enquanto, nosso amor para outras pessoas tem limites, o amor de Cristo continua sem limites. Cristo ama os pobres e os ricos também. Ele ama os fortes e os fracos ao mesmo tempo. O amor dele estende do céu à terra. Este amor é suficiente para o mundo inteiro.

Pronto, como o me afeta? Como posso conhecer pela expêriencia, esse amor, o senhor pergunte? Primeiro, uma pessoa pode conhecer o amor pelo perdão dos pecados e este perdão vem somente pelo Cristo. A Bíblia disse que "Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores." Cristo deu a sua vida para mim, quando eu era um pecador. Esse é o amor verdadeiro!

Segundo, se um senhor aceitaria Jesus como Senhor, é possível que conhecer pela expêriencia o amor pelo Espírito Santo. Uma outra vez, a Bíblia disse que "o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado."

E finalmente, podemos conhecer pela expêriencia este amor pelos irmãos de fé. Antes de saindo este mundo, disse Cristo aos discípulos, "Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros."

Acha disso.

O Pregador